30/6/08
Achei o mercado mais leve hoje. Não tivemos muitos sobressaltos nem oscilações bruscas. A tocada foi de alta mantida.
O único senão foi o volume, novamente baixo.
A torcida fica para amanhã dar uma caidinha sem fazer mínima ou uma alta expressiva (nada de +0,1%).
Ah! Quase esqueci; VCP tem que subir
Está muito difícil achar alguma possibilidade de compra entre os papéis que acompanho.
Devo confessar que é por excesso de zelo, pois o temor da perda é maior que a esperança dos ganhos. Eu tenho de admitir que só entro na boa, ou quando as possibilidades de perda são administráveis.
Pensando assim, encontrei em VCP esta esperança e vou dar minhas razões:
1 – Semanal: papel do extremo inferior do envelope e bem longe de sua MMe. Outra coisa que me chamou a atenção foi que a queda muito rápida distanciou demais as linhas de MACD. Outro detalhe: este fundo foi bem mais fundo que o de dezembro e o MACD-H não correspondeu.
2 – Diário: Foram 13 pregões seguidos fazendo fundo, porém nos três últimos o MACD-H não acompanhou e começou a recuar. Outra coisa foi o distanciamento (assim como no semanal) das linhas MACD. A abissal distância da MMe de 14 dias, um suporte bem definido em R$ 42,22 e estocástico no piso mas cruzando para cima dão a chance de recuperação. Deixando um stop em R$ 42,00 dá para arriscar.
Vamos conferir.
29/6/08
Após uma breve pausa de três dias estou eu cá de volta com as rotineiras análises para a semana.
Já dei a tradicional circulada pelos blogs de investidores novatos como eu e atualizei minha base de dados do meu programa de gráficos.
Hoje pus só o gráfico semanal de vale que me parece estar desenhando uma cauda.
Vamos lá então.
IBOVESPA
Chegou a ensaiar recuperação, mas terminou mais uma semana em queda e, pela quinta semana consecutiva fez fundo. Tem mais: depois de 13 semanas voltou a fechar abaixo de sua MMe de 26 semanas, que se tornou definitivamente reta.
Os 60000 pontos parecem ser uma possibilidade cada vez mais real mas acredito em um congestionamento antes de definir os próximos movimentos. Detalhe que a pequena recuperação da sexta-feira deu mais fôlego aos vendedores.
VALE
Primeiramente gostaria de cumprimentar os analistas gráficos, que tanto nos ajudam, pelo suporte de R$ 46,7 que foi respeitado pelo papel.
No momento, vejo os vendedores sem força para superar este suporte. Por este motivo e pelo fato do papel estar muito vendido no gráfico semanal, acredito em uma recuperação, ou congestionamento, no decorrer da semana. Porém reafirmo que a tendência de médio prazo ainda é baixista e me arrisco a dizer que o papel ensaiou uma cauda no semanal (discreta, mas que parece, parece).
Petrobrás
Sustentados pelo petróleo, os papéis da estatal tiveram uma semana bastante positiva. Esta recuperação pode continuar, mas não acredito que seja retorno da tendência altista. A mesma se confirmaria com a superação firme dos R$ 47,5 – R$ 47,7.
26/6/08
3 dias de recesso, volto a postar no domingo
23/6/08
Esperava (torcia) para hoje uma baixa leve, que abriria espaço para recuperação do ibovespa na semana. Deu tudo errado, o ibovespa fechou no azul quase zero e, o pior, com volume fraco.
Acredito que foi apenas um movimento técnico e que a partir de quarta feira a tendência de baixa volte.
Também não gostei, pelos mesmos motivos, das altas de Vale e Petrobrás. As duas parecem estar entrando em um pequeno congestionamento, mas sem sinais de reversão.
De agosto de 2007 a maio de 2008 os papéis ordinários da CSN valorizaram-se incríveis 150%. Esta alta espetacular aconteceu plenamente amparada pelos indicadores técnicos, como dá para perceber no gráfico semanal.
Da metade de maio em diante o papel entrou em trajetória declinante, que não é passageira, pois a linha MACD cruzou para baixo, acompanhada pelo histograma MACD (MACD-H) que agora está em território negativo. A MMe de 26 semanas deixou de ser francamente ascendente para ficar reta.
No gráfico diário vemos indicadores de tendência (MMe e MACD) apontando fortemente para baixo (sendo que o MACD já passou para o lado negativo) e osciladores (estocástico e MACD-H) no piso. Se reparar mos nas retas, o papel perdeu sua reta de suporte de alta no final de maio. Uma reta mais longa passa por R$ 50,00, mas é possível que o papel entre em congestionamento no meio deste caminho.
Nesta situação vejo que pode haver certa recuperação dos preços no curto prazo, mas a tendência é negativa para o médio prazo.